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Louvor e 
Adoração 

Teorias sobre a morte de Jesus 

28 ABR 2019
28 de Abril de 2019
Por Pr. Alexandre Farias  - Teoria da Droga

Uma das religiões que nega  a morte de Jesus Cristo é o  Islamismo, que usa diversas teorias para  sua tese e uma delas é a  da droga ou desmaio.

Esta teoria diz que Jesus  tomara uma droga e teria desmaiado na cruz. Assim,   após  colocado no sepulcro, o ambiente frio, calmo e tranqüilo  deste fez com que Ele se recuperasse a ponto de  se levantar e sair.                  

As evidências e a investigação minuciosa dos fatos sobre a crucificação não contribui para com esta  teoria. A droga da qual os opositores a morte de Jesus se referem é o Fel,  que produz um “efeito narcótico”. A mistura de vinagre e fel, ou vinho e fel, era usada pelos soldados romanos feridos e também nos crucificados para suavizar as suas dores.            


O que está escrito nos  relatos Bíblicos?       

Mateus registra que Jesus recusou a droga apontada pelos opositores do cristianismo. Jesus  provou, mas não bebeu. Mais tarde, Ele aceitou o vinagre para matar a sede.                                  

Mateus 27v.34 - Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber.                                    

Mateus 27V. 48.- “E logo um deles, correndo, tomou uma esponja, e embebeu-a em vinagre, e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber”.               

As tentativas de  estabelecer  teorias que descartem a morte e ressurreição de Jesus fazem parte do ceticismo e da não aceitação de Jesus Cristo como Filho de Deus.

Embora na Surra 19  esteja implícito que foi Alá  quem deu origem a gravidez de Maria, confirmando o papel de Deus como Pai, outras referências da Surra contradizem,  afirmando  que Alá não precisava de um Filho (Surra 19:35 / 4.171).                       

Para eles, Deus nunca concordaria  com tal acontecimento porque a morte de cruz era vergonhosa. Diversas passagens do Alcorão ensinam que Jesus não morreu pelos nossos pecados, mas as Escrituras afirmam que o amor de Deus foi a alavanca para tal acontecimento (João 3v.16) e que o sangue de Cristo foi o agente purificador dos nossos pecados e continua sendo.     Apocalipse 1- v. 5:  E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados”       

                                              

As objeções morais para a morte de Cristo é uma das suposições mulçumanas, mas nelas encontramos um grande problema, as contradições dos ensinamentos islâmicos.       Mesmo rejeitando as declarações das Escrituras sobre a morte de Cristo, o documento dogmático dos mulçumanos afirma que Jesus morreria ( surrata 3.55 cf 19.33), Jesus Ressuscitaria dos mortos ( 19.33) e que Jesus tinha o poder para ressuscitar pessoas mortas. Sendo assim, como não acreditar nos testemunhos dos Evangelhos,  sendo que eles possuem relatos parecidos?             

           

Outra objeção a morte de cruz é que Deus, sendo  soberano,  não permitiria que seu Filho morresse e sofresse tal morte, mas, se  os ensinamentos Islâmicos também define Deus como soberano,  é pura presunção determinar como Deus deveria agir e julgar as suas atitudes como injustas.                                      

O profeta Isaías já deixou registrado que os nossos caminhos não são os caminhos de Deus e que os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos ( Is 55v.8). Além  do mais, a morte de Cristo foi aprovada por Deus (Isaias 53). Pensando no sofrimento da morte de cruz, seria possível Jesus ter desmaiado ou desfalecido e ter acordado no sepulcro?

 

O SOFRIMENTO DA CRUCIFICAÇÃO

 

A teoria do desmaio torna se  um suicídio intelectual,  contando o sofrimento antes e durante a crucificação. A crucificação era considerada desprezível pelos escritores da época como Flavio Josefo, historiador Judeu.                                

O sofrimento de Cristo não foi somente  no momento da crucificação.  Jesus foi levado a casa de Caifas, o sumo sacerdote, onde estava reunido com os anciãos e os escribas (Mt 26v. 57). O Sinédrio procurava falsos testemunhos para condená-lo, mas não acharam, acabaram julgando-o por blasfêmia. Jesus começou a sofrer diversos ferimentos em seu corpo, bofetadas, cusparadas e murros (Mateus 26v.65-67).                                                                    

Lucas 22v. 63  “E os homens que detinham Jesus zombavam dele, ferindo-o. Após isto os Romanos   também   o   flagelaram.

 

 Quer saber mais sobre o assunto ?

Acesse o vídeo - Especial de Páscoa - Teoria do desmaio no canal Influenciando Gerações . 

Pr. Alexandre Farias é teólogo e apologista cristão. 

Canal Influenciando gerações 


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